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Cimeira: Clima divide europeus

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Cimeira: Clima divide europeus

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Está difícil de arrancar um acordo sobre o clima na cimeira em Bruxelas. O Oeste e Leste da União não se conseguem entender sobre o montante das ajudas prometidas aos países pobres para fazer face às mudanças climáticas. Esta sexta-feira a presidência sueca deverá apresentar novas propostas.

Nove países de Leste não querem pagar a mesma soma que os restantes parceiros com base em critérios de poluição. Entre eles a Hungria. O primeiro-ministro, Gordon Bajnai, afirma: “Quero esclarecer que há um acordo entre os nove países, pois consideramos a proposta sueca inaceitável nos actuais termos sobre a partilha da factura que fará parte da proposta europeia para a cimeira sobre o clima”. Mas a divisão da factura não é o único problema. Há também quem não queira revelar valores antes da cimeira de Copenhaga. Apesar das divergências, Durão Barroso está optimista. O presidente da Comissão Europeia recorda que é importante enviar um sinal positivo sobre a liderança que a União sempre teve neste dossiê. Segundo a Comissão Europeia, os países pobres vão precisar de cem mil milhões de euros por ano a partir de 2020. O dinheiro é uma questão difícil em tempos de crise, no entanto, a União tem objectivos ambiciosos sobre a redução das emissões poluentes.