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Cimeira Europeia: Acordo mínimo sobre o clima

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Cimeira Europeia: Acordo mínimo sobre o clima

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Os países pobres precisam de cem mil milhões de euros por ano para lutarem contra as mudanças climáticas entre 2013 e 2020. Os líderes europeus estão de acordo sobre o montante necessário que vão apresentar na cimeira de Copenhaga.

Após dois dias de debates em Bruxelas ainda não há um entendimento global sobre o clima, mas os vinte e Sete tentam salvar a face. José Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, considera que a União está pronta para se comprometer e contribuir para o sucesso da cimeira de Copenhaga. Os Vinte e Sete recusam revelar a sua própria contribuição para a soma total antes de conhecer os montantes dos outros países. A partilha da factura será feita com base nas situações de cada país. Uma forma de contornar o bloqueio de nove países de Leste, que se oponham à partilha com base na poluição, considerando ser prejudicados. O secretário de Estado polaco para a Integração Europeia, Mikolaj Dowgielewicz, explica que o futuro crescimento económico não lhes permitirá reduzir muito as emissões poluentes. “Não queremos tornar-nos num museu folclórico do Leste europeu e vemos com bons olhos um maior esforço dos países ricos para reduzir as suas emissões”, defende. A questão do financiamento será a chave do sucesso da Cimeira de Copenhaga em Dezembro e as divisões europeias são uma pequena amostra do que se espera no encontro.