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Michael Bublé no top de vendas

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Michael Bublé no top de vendas

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“Crazy Love” é o novo CD de Michael Bublé e, com escassos três dias de mercado, saltou para o primeiro lugar do top Billboard.

É o seu quarto album de estuúio que concilia o pré-rock, com o rock, e alguns clássicos, numa impensável mistura de estilos. Muito deste “Crazy Love” foi gravado ém estúdio, com uma big band e muita corda, de aço e nylon. ao sabor dos entusiasmos e da expotaneidade do cantor: “Nós pusémos esta canção a abrir, porque pensamos que pode dar esperança às pessoas. Só quis dar um ar fresco, a canção foi inspirada para isso que é muito importante para nós. Às vezes na nossa vida, sente-se que todos são felizes, menos nós próprios. Pode sempre aparecer alguém que nos deprime, que nos faz sentir que é um homem ou uma mulher, melhor que nós somos”, diz o cantor. O cantor tem conseguido sucessos, dando novas interpretações a canções de Frank Sinatra, Leonard Cohen, Eric Clapton, entre outros.Em 2008, ganhou um grammy com o o albúm Call me Irresponsible”. Foi considerado o album mais popular do ano. “Quando eu regravo uma canção – diz o intérprete – estou consciente que não a vou cantar melhor que o Frank Sinatra, ou imitar o Van Morrison ou os Eagles. O meu objectivo não é cantar melhor, o meu trabalho é para me agradar. O meu trabalho é personalizar, deixar a minha experiência como ser humano, a minha personalidade, a minha voz e o meu estilo”. No activo, já conta com 11 milhões de cópias vendidas, com os três primeiros albuns, que lhe valeram o ouro, a platina e a tripla-platina. O amor é sempre a sua fonte de inspiração. Ele explica porquê: “Eu penso que a mensagem é que todos nós podemos falar de sentimento, da chamada emoção do amor, e de sentimentos mais complicados. Mas não podemos fazer como as borboletas. Há felicidade , há luz do sol, mas também há mágoa, infelicidade, às vezes raiva, às vezes insegurança, às vezes tristeza e desgosto”. O cantor já está em digressão, para promover “Crazy Love”.