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Economia domina visita de Obama à China

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Economia domina visita de Obama à China

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As questões económicas ocupam a maior parte da agenda de Barack Obama nesta visita à China.

Os Estados Unidos querem uma política comercial menos agressiva por parte da China e fazer os chinseses comprar mais produtos americanos. Isto para equilibrar a balança comercial entre os dois países, que pende claramente para o lado chinês. Obama quer aumentar as capacidades de exportação dos Estados Unidos, para assim fazer face ao desemprego. No ano passado, o défice comercial americano face à China foi de 268 mil milhões de dólares. A China exportou quase quatro vezes mais para os Estados Unidos do que o inverso. As exportações chinesas para o mercado norte-americano totalizaram 338 mil milhões de dóolares. No sentido inverso, o fluxo foi de apenas 70 mil milhões. A China exporta para a América vestuário, calçado, computadores, brinquedos e bicicletas e importa grãos de soja, microchips e aviões civis. Barack Obama descreveu a China como “um parceiro vital, mas também um concorrente”. Um dos principais pontos da agenda é a questão dos câmbios. A comunidade internacional, sobretudo os Estados Unidos, acusa a China de manter a divisa nacional, o yuan, a um preço artificialmente baixo, para estimular as exportações.