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O fim da renitência checa ao Tratado de Lisboa

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O fim da renitência checa ao Tratado de Lisboa

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Depois de meses de impasse foi uma cerimónia discreta em Roma que marcou o fim da renitência Checa em firmar o Tratado de Lisboa.

Cumprindo a tradição, o primeiro-ministro checo, Jan Fischer, deslocou-se ontem à capital italiana para entregar o documento rubricado pelo presidente Vaclav Klaus, o último presidente dos 27 a ratificar o Tratado no início do mês. Frente ao ministro dos negócios estrangeiros italiano, Fischer afirmou que os 27 não têm nada a temer de Praga: “Hoje somos testemunhas de um momento extraordinário, chegamos ao fim de um processo de ratificação e estamos agora no início do processo de construção de uma europa mais forte e mais eficiente”. A assinatura dos 27 chefes de Estado e de Governo abre caminho à entrada em vigor das reformas institucionais previstas no Tratado de Lisboa. A União deixa de tomar decisões por unanimidade para passar a contar com a posição da maioria. Pela primeira vez um presidente e um responsável diplomático vão representar os 27. O nome dos novos responsáveis deverá ser conhecido na próxima quinta-feira, durante uma cimeira extraordinária que vai ser acompanhada em directo pela Euronews.