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Economia, nuclear e ambiente dominam visita de Obama à China

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Economia, nuclear e ambiente dominam visita de Obama à China

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Barack Obama foi recebido por uma plateia de estudantes, em Xangai, na primeira visita à China.

O presidente norte-americano sublinhou que a China e os Estados Unidos não são adversários e insistiu na necessidade de respeitar a liberdade de expressão e de culto. O encontro foi difundido, em directo, por alguns “sites” chineses e os estudantes propuseram cerca de três mil questões a Obama. O presidente norte-americano salientou que actualmente, entre os dois países, há “uma relação positiva, construtiva e compreensiva que abre as portas a uma parceria nos assuntos-chave do nosso tempo”. Obama adiantou que as prioridades a serem discutidas, ainda hoje, com o homólogo chinês são “a recuperação económica e o desenvolvimento de energia limpa”; “a questão nuclear e o flagelo das alterações climáticas” e “a paz e a segurança na Ásia e à volta do globo”. Depois de Xangai, Barack Obama seguiu para Pequim, onde se encontra, ao final do dia, com o homólogo Hu Jintao. A passagem pelo território chinês é considerada o ponto alto do périplo de uma semana pela Ásia Oriental, que incluiu o Japão, a Singapura e terminará na Coreia do Sul. Na agenda de Obama e Hu Jintao, está a preparação da conferência climática de Copenhaga, uma vez que a China e os Estados Unidos são os dois maiores emissores de CO2. Também em discussão, a balança comercial entre os dois países, que pende para o lado de Pequim e a eterna discussão sobre a valorização da moeda chinesa. A visita de Obama está rodeada de várias medidas de segurança.