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Falta de acções na cimeira da FAO

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Falta de acções na cimeira da FAO

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Várias organizações internacionais mostram-se decepcionadas com o rumo da cimeira sobre segurança alimentar a decorrer em Roma.

Á medida que o tempo passa, diminuem as expectativas, depois do primeiro dia de trabalhos ter terminado sem que fossem definidos prazos ou estratégias para erradicar a fome no mundo. O encontro que reúne cerca de 60 chefes de Estado e de governo está a servir, sobretudo, para criticar e menos para agir. Esta terça-feira, Robert Mugabe, falou da crise alimentar no Zimbabué, que atribuiu às sanções internacionais. Na mira das críticas esteve também o embargo dos Estados Unidos a Cuba. Já o líder líbio denunciou aquilo a que chama de novo feudalismo em África, a propósito do investimento estrangeiro e que Mouammar Kadhafi quer travar. Para o director-geral da FAO, o sector privado é fundamental para garantir o aumento da produção em 70 por cento. Uma meta necessária para alimentar uma população mundial que se estima que chegue a nove mil milhões de pessoas, em 2050.