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Guantanamo e julgamentos do 11 de Setembro fecham visita de Obama a Pequim

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Guantanamo e julgamentos do 11 de Setembro fecham visita de Obama a Pequim

Guantanamo e julgamentos do 11 de Setembro fecham visita de Obama a Pequim
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Duas declarações de Barack Obama fizeram de Guantanamo e dos julgamentos dos acusados do 11 de Setembro temas centrais, no último dia da visita à China.

Antes de partir de Pequim para a Coreia do Sul, o presidente norte-americano defendeu-se das críticas de republicanos e familiares das vítimas contra a decisão de julgar o cérebro dos atentados num tribunal de Nova Iorque. Obama defendeu que “não será ofensivo, quando ele for condenado e quando lhe for aplicada a pena de morte” e sublinhou que tem “confiança total no povo e na tradição legal” dos Estados Unidos. Khaled Sheikh Mohammed e outros quatro acusados, detidos em Guantanamo, vão ser julgados num tribunal civil de Manhattan. As vozes críticas dizem que Mohammed terá aí um “palco” para exprimir uma retórica de ódio. Obama admitiu ainda que a prisão militar norte-americana em Cuba pode não fechar na data prevista, a 22 de Janeiro. A Amnistia Internacional pediu a Washington que duplique os esforços para resolver a situação dos mais de duzentos detidos, a maioria sem acusação formal.