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UE: Vike-Freiberga pede transparência na escolha do presidente

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UE: Vike-Freiberga pede transparência na escolha do presidente

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O processo de escolha do presidente permanente do Conselho Europeu tem sido alvo de muitas críticas. O secretismo e a falta de transparência são algumas das falhas apontadas, como explica uma das candidatas, Vaira Vike-Freiberga:

“Mais transparência e abertura seriam aconselháveis, porque esta é a primeira vez que escolhemos uma pessoa para este cargo. Teria sido uma óptima oportunidade para realmente atender às necessidades e pedidos de informação dos cidadãos, do que se passa na realidade, nos altos corredores do poder”. A Suécia, que ocupa a presidência rotativa da União, tem sido também muito criticada pela forma como tem gerido as candidaturas aos cargos-chave europeus, já que não conseguiu alcançar um consenso, quer para a Presidência, quer para os Negócios Estrangeiros dos 27. O antigo primeiro-ministro Tony Blair parece estar completamente arredado da corrida, mas o compatriota britânico David Milliband está bem colocado para representar a pasta dos Negócios Estrangeiros comuntários, cargo que também é anunciado hoje. Um lugar que deve ser entregue a uma personalidade de esquerda. O italiano Massimo D’Alema é ainda uma opção mas o seu passado comunista pode ser um ponto negativo. Mais consensual é a antiga ministra austríaca dos Negócios Estrangeiros, Ursula Plasnik, que pode tomar o lugar de Javier Solana à frente da diplomacia europeia.