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Uma cimeira difícil em Bruxelas

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Uma cimeira difícil em Bruxelas

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Falta de entre os 27 países-membros sobre os candidatos aos dois dos cargos mais importantes criados pelo Tratado de Lisboa
 
O futuro presidente do Conselho Europeu e o futuro alto-representante para a Política Externa têm de ser escolhidos mas os candidatos são muitos e a unanimidade nenhuma.
 
O primeiro-ministro belga, Herman Van Rompuy, parece ter conquistado algum favoritismo  mas não treune consenso.
 
Para o mesmo cargo concorrem os chefes dos governos do Luxemburgo e da Holanda, Jean-Claude Juncker e Jan Peter Balkenende, a antiga presidente da Letónia Vaira Vike-Freiberga e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
 
As divisões persistem também na escolha do chefe da diplomacia.
 
 A desistência do britânico David Miliband, que era consensual torna mais complexa a situaçâo
 
Os italianos Massimo d’Alema e Giuliano Amato são nomes cada vez mais falados, mas o primeiro-ministro espanhol avançou com Miguel Angel Moratinos.
 
Este analista defende que existem vária razões para que o nome Herman Van Rompuy surja como favorito para a presidência. Porque essa é a escolha de Berlim e Paris que apostam no mesmo candidato.

Há também a registar as  pressões para que um dos cargos seja atribuído a uma mulher.