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M.P. italiano pede pena máxima para os suspeitos do assassinato de Meredith Kercher

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M.P. italiano pede pena máxima para os suspeitos do assassinato de Meredith Kercher

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Prisão perpétua e nove meses de solitária diurna para a norte-americana Amanda Knox. É esta a pena solicitada pela acusação italiana para a alegada assassina da jovem britânica Meredith Kercher.

O Ministério Público pediu também a pena máxima para o namorado de Amanda, alegado cúmplice no crime, o italiano Raffaele Sollecito, e ainda dois meses de solitária. A pena foi solicitada este sábado no tribunal de Perugia. Os advogados da acusação esperam um castigo exemplar para os suspeitos do assassinato da estudante do programa de intercâmbio universitário Erasmus, Meredith Kercher, apesar de estes reclamarem inocência desde o início do julgamento. Para o advogado da defesa Luciano Ghirga a pena solicitada é exagerada: “A prisão perpétua era previsível, contrariamente à solitária diurna. Exprime uma condenação moral muito acentuada. É o habitual para crimes diferentes: para as grandes associações mafiosas”, afirmou. No dia 1 de Novembro de 2007, Meredith Kercher foi encontrada em casa apunhalada no pescoço e quase sem roupa. A acusação acredita que a estudante britânica foi morta num jogo sexual, com a participação de Amanda, Sollecito e do costa-marfinense Rudy Guede, entretanto condenado a 30 anos de prisão, em Outubro do ano passado. Em Dezembro, o processo deverá estar concluído