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Acelerador de partículas do CERN volta a funcionar

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Acelerador de partículas do CERN volta a funcionar

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Depois de uma paragem de 14 meses, o maior acelerador de partículas do mundo foi reactivado, na fronteira franco-suiça.

O Grande Colisionador de Hadrões foi criado pelo Laboratório Europeu de Física Nuclear (LEFN) e tem como objectivo criar condições semelhantes às ocorridas logo após o Big bang e assim entender um pouco melhor a origem do Universo. O projecto, apelidado de LHC, criado pelo CERN, custou 3.7 mil milhões de euros. “É o fim de 20 anos de esforços da comunidade cinetífica internacional para construir esta máquina, detectores de complexidade sem precedentes e desafios tecnológicos, que esperamos serem o início de uma fantástica era para a física, de exploração e descoberta”, explica a cientista Fabiola Gianotti. No ano passado a máquina foi posta em funcionamento, mas nove dias depois foi desligada, devido a uma avaria técnica. Agora espera-se que seja de vez. No enorme tubo de 27 quilómetros, colocado a 100 metros de profundidade, vão ser estudados os resultados das colisões de partículas subatómicas, quando aceleradas até à velocidade da luz. Os resultados só devem ser conhecidos em 2011.