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Famílias de soldados franceses mortos em embuscada no Afeganistão querem respostas


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Famílias de soldados franceses mortos em embuscada no Afeganistão querem respostas

“Sancionar os responsáveis” é o que pedem as famílias dos dez soldados franceses mortos numa embuscada no Afeganistão, no ano passado.

As famílias e o advogado que as representa põem em causa a cadeia de comando e a qualidade do armamento e apontam o dedo à falta de preparação da operação que levou à morte dos 10 jovens soldados, a 18 de Agosto de 2008. “A partir do momento em que se sabe que os militares foram enviados para o combate sem terem o armamento necessário – uma vez que este armamento foi posteriormente atribuído aos outros soldados, para que pudessem intervir noutras condições -, temos a prova de que foram enviados para o combate quando se sabia que não tinham o armamento necessário para se baterem com as mesmas armas,” argumenta o advogado Gilbert Collard. “Foi um autêntico suicídio! Partiram de mãos vazias, tranquilamente. Os outros estavam mais atrás. O capitão, esse, estava bem protegido na rectaguarda. Lamento mas, nestes casos, há que estar ao lodo dos seus homens”, insurge-se Chantal Buil, mãe de Damien Buil, um dos soldados falecidos. As famílias estimam ainda que “a França deve aumentar as tropas no Afeganistão, para combater os talibãs.” “É preciso acabar o que começámos, ou os nosso filhos terão morrido em vão”, afirmou o pai de Damien, Jean-François Buil.

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