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Rasmussen: "O aquecimento global não conhece fronteiras"

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Rasmussen: "O aquecimento global não conhece fronteiras"

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Já está aberta, em Copenhaga, a Cimeira do Clima. Aberto está também o seu desfecho. Os participantes da COP 15 – Conference of the Parties – ou 15.ª Conferência das Partes da ONU devem negociar o texto que irá substituir o Protocolo de Quioto. Espera-se um acordo mundial que permita contrariar o aquecimento climático que se faz sentir.

Na sessão inaugural, esta manhã, Lars Lokke Rasmussen, o primeiro-ministro dinamarquês, recordou que “o aquecimento global não conhece fronteiras e não faz discriminações. Os seus efeitos são para todos.” E acrescentou: “Estamos aqui hoje, todos, porque estamos decididos a agir.” Sobre o princípio, todos estão de acordo. Mas o problema é saber quem paga. Os países emergentes pedem às nações ricas, historicamente, as principais poluidoras, que abram os cordões à bolsa. As discussões terminam no dia 18, com uma grande cimeira de 105 chefes de Estado e de governo do planeta. Até lá, todos os meios são bons para chamar a atenção para um mundo em perigo.