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Problemas no arranque do Tratado de Lisboa na véspera de cimeira europeia

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Problemas no arranque do Tratado de Lisboa na véspera de cimeira europeia

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A 1 de Dezembro a Europa celebrou a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, mas a festa acabou e começaram os problemas. Vários países estarão a tentar limitar a acção dos novos dirigentes: o presidente da União, Herman van Rompuy, e da Alta Representante para a Política Externa, Catherine Ashton.

Segundo o ministro finlandês dos Negócios Estrangeiros, Alexander Stubb, vários países, como a Espanha ou a França, não querem fornecer os meios necessários para que Ashton crie o gigantesco serviço diplomático europeu ou pretendem enviar diplomatas medíocres e indesejáveis em termos nacionais.

Além disso, a véspera da cimeira em Bruxelas, alguns chefes da diplomacia não gostaram de ficar afastados da reunião.

As nomeações de Ashton e Rompuy em meados de Novembro já tinha posto em evidência as susceptibilidades nacionais.

As dificuldades iniciais do Tratado de Lisboa deverão ser abordadas na cimeira desta semana, cuja agenda era dedicada ao clima, à crise económica e ao Programa de Estocolmo.