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Richard Wright ganha Turner Prize

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Richard Wright ganha Turner Prize

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Durante dois meses os visitantes do Tate Modern, em Londres, puderam apreciar e avaliar as obras dos candidatos ao prémio Turner deste ano. O galardão é atribuído a artistas que tenham nascido, residam ou trabalham no Reino Unido. Este ano, existe um contexto específico.

“Na actual recessão económica, as visitas aos museus estão em alta, os teatros encontram-se cheios e os projectos culturais prosperam. Neste ambiente, o trabalho individual do artista é mais importante do que nunca”, diz o director do Tate, Nicholas Serota.

Entre estes criadores está Richard Wright que conquistou o Prémio Turner deste ano. O britânico foi galardoado pelos trabalhos expostos na Carnegie International, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, e na galeria de Edimburgo, na Escócia.

“Quero agradecer às pessoas do Tate que tornaram possível este momento. Não tenho nada mais grandioso a dizer do que obrigado (…) as técnicas são medievais. Comecei do mais elementar dos desenhos. Desenhei e estendi a partir do ponto mais básico. Cresceu, cresceu até tornar-se nisto que está aqui”, afirma Richard Wright.

A principal obra de Wright é um mural em folha de ouro, sem nome, mas que convenceu o painel de cinco juízes. Levou um mês a ser elaborado, com a ajuda de dois assistentes. Após a mostra, vai ser destruído.

Este foi o último ano em que Wright poderia ganhar o prémio, pois os candidatos têm que ter menos de 50 anos. Recebeu 27 mil e 500 euros.

Os outros três finalistas, Lucy Skaer, Roger Hiorns e Enrico David, foram consolados com 5 mil e 500 euros.