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Cimeira de Bruxelas de olhos postos em Copenhaga

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Cimeira de Bruxelas de olhos postos em Copenhaga

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A presidência sueca da União bem mendigou, mas não conseguiu que os dirigentes europeus abrissem os cordões à bolsa para ajudar os países pobres face às mudanças climáticas.

As negociações vão prolongar-se durante a noite, já que a presidência quer reunir seis mil milhões de euros. O objectivo é salvar a cimiera de Copenhaga.

Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, recorda que Copenhaga não é apenas Europa, China e Estados Unidos, é preciso recordar também os mais pobres, os países africanos mais vulneráveis e os pequenos estados insulares. Sem apoio a esses parceiros não haverá compromisso em Copenhaga. E acrescenta: “É por isso que amanhã, se os chefes de Estado e de governo se apresentarem com importantes compromissos sobre as ajudas imediatas, isso poderá contribuir para o sucesso de Copenhaga”.

Sem acordo em Bruxelas, a Europa vê-se incapaz de assumir a liderança das discussões em Copenhaga. França, Alemanha e Itália recusam comprometer-se com números.

A União está disposta a aumentar a sua proposta sobre o corte de emissões poluentes até dois mil e vinte, mas exige que os outros países façam um esforço semelhante.