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Agressão a Berlusconi divide a Itália

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Agressão a Berlusconi divide a Itália

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O agressor do primeiro-ministro italiano tornou-se em poucas horas numa estrela na internet.

Na rede social Facebook multiplicam-se os grupos de apoio a favor de Massimo Tartaglia com mais de 35 mil fãs a pedirem a sua libertação.

O partido democrático do povo condena a violência contra o chefe do governo. Fabrizio Chiccitto consideram o acto “odioso que vem na sequêcia de outras agressões verbais nos jornais e na televisão contra o primeiro-ministro nos últimos meses.”

A oposição defende pela voz de Nicola LaTorre do Partido democrata que “ esta forma de atacar a esquerda como mandante moral de uma agressão é inaceitável”.

Apesar da polémica a agressão não parece ter tido razões políticas, dado que o responsável pelo ataque é deficiente mental sem cadastro que há 10 anos está em tratamento psiquiatrico.

Esta não foi a primeira vez que Berlusconi foi agredido em público no desempenho das suas funções. Há cinco anos, em Roma, um turista atingiu-o com o tripé de uma máquina fotográfica, causando-lhe ferimentos ligeiros na orelha direita.