Velocidade precisa-se na última semana de negociações em Copenhaga.
De carro eléctrico ou a pé foram muitos os que este fim-de-semana passaram pela capital dinamarquesa para pedir acção.
As delegações de cerca de 200 países retomam, hoje, os trabalhos mas o acordo anuncia-se difícil.
Os ministros do Ambiente de 90 países tentaram, este domingo, desbloquear as negociações durante um encontro informal. Mas as divergências entre os países pobres, ricos e emergentes mantêm-se.
O ministro de Energia e Mudança Climática do Reino Unido faz, ainda, assim, um balanço positivo do encontro. Reconheçe que há um longo caminho a percorrer, mas garante que todos têm consciência da necessidade de chegar a um acordo nos próximos dias. Para tal, defende, é precisa mais imaginação.
Os principais poluidores mundiais não se entendem. A China pede mais esforços aos Estados Unidos, Washington faz o mesmo com Pequim.
Os ambientalista não desarmam e a pressão para que os líderes mundiais cheguem a um acordo aumenta na recta final da cimeira.
Ontem, um grupo de manifestantes vestiu-se a rigor para denunciar os encargos ambientais associados à produção de carne.
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