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Alerta em Copenhaga para o risco de um fracasso

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Alerta em Copenhaga para o risco de um fracasso

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O bloqueio que presiste sobre os objectivos e o modo de financiamento aos países mais vulneráveis às mundanças climáticas inquieta

A ministra dinamarquesa do Ambiente, adverte que nesta altura ainda se está longe do sucesso pretendido e chama a atenção para a possibilidade de “um fracasso” se os representantes dos 193 países presentes não estiverem dispostos a fazer concessões.

A três dias do encerramento que reunirá 120 chefes de Estado e de governo, os ministros do Ambiente procuram chegar a um acordo que tarda em chegar, o secretário-geral da ONU, inquieta-se e lembra que a conferência de Copenhagua é um “momento determinante na história”.
Para Ban Ki-moon, o apoio financeiro dos países industrializados às nações em vias de desenvolvimento constituirá um “elemento-chave” do futuro acordo “para ajudar os mais vulneráveis”.

As posições mais extremadas são nesta recta final da Cimeira as dos dois principais poluidores do planeta os Estados Unidos e China.

A Europa apelou aos governantes destes dois países que aumentem o nível de ambição no combate ao aquecimento global.