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Clima continua a marcar passo em Copenhaga

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Clima continua a marcar passo em Copenhaga

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As principais vozes da cimeira do clima falaram esta manhã, mas não há avanços.

No discurso perante a assembleia plenária, Barak Obama respondeu à intransigência chinesa sobre os mecanismo de controlo dos objectivos de redução dos gases poluentes.

O presidente americano afirmou:

“Precisamos de um mecanismo que garanta que estamos a cumprir os nossos compromissos com uma troca de informações de forma transparente. Estas medidas não precisam de infringir a soberania, no entanto, devem garantir um acordo credível e provar que assumimos as obrigações mútuas. Sem este controlo qualquer acordo será letra morta”.

As negociações estão bloqueadas porque a China considera que um controlo externo é atentatório da soberania do Estado.

O facto de Obama não ter anunciado uma revisão em alta dos objectivos americanos na redução dos gases poluentes é visto também como um factor de desencorajamento para o acordo.

Perante o impasse, alguns tentam dar o exemplo. Lula da Silva afirmou que o Brasil não precisa de financiamentos externos para alcançar e mesmo ultrapassar os objectivos de redução das emissões de gases, tendo acrescentado que, se fôr preciso, Brasilia está disposta a contribuir com financiamento para ajudar os países mais pobres.