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Esperança renasce em Copenhaga

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Esperança renasce em Copenhaga

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Um grupo de 26 líderes mundiais deu passos construtivos para conseguir um acordo climático a poucas horas do encerramento da cimeira.

A informação foi avançada durante a noite pelo primeiro-ministro dinamarquês.

As propostas em debate voltam esta manhã à mesa das negociações.

O secretário geral da ONU mostra-se optimista.

Ban ki Moon reconheceu que existem “diferenças substanciais” mas que é possível ultrapassar as divergências. O responsável das Nações Unidas considera que líderes mundiais se deslocaram a Copenhaga porque querem um acordo.

Os líderes mundiais afirmam ter como principal objectivo limitar o aumento da temperatura aos 2ºC no próximo século, uma meta que implica uma redução drástica das emissões de dioxido de carbono.

Os Estados Unidos estão dispostos a agir se todos contribuirem.

“Se houver um acordo forte, os Estados Unidos estão preparados para trabalhar com os outros países para mobilizar em conjunto cem mil milhões de dólares por ano até 2020 para responder às necessidades dos países em desenvolvimento em matéria de alterações climáticas”, disse Hillary Clinton.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deverá discursar esta manhã em Copenhaga.

Wasghinton admite reduzir a emissão de gases com efeito de estufa em 17% até 2020, em relação aos níveis de 2005, mas exige que outros países nomeadamente a China assumam também uma parte da responsabilidade.