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Kiribati: A luta pela sobrevivência face às mudanças climáticas

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Kiribati: A luta pela sobrevivência face às mudanças climáticas

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Dois graus são demasiado para os Estados Insulares, cuja sobrevivência está ameaçada pela subida do nível do mar. É o caso de Kiribati, um arquipélago formado por 33 atóis, reunidos em três grupos de ilhas, em pleno Oceano Pacífico.

Algumas aldeias já desapareceram e os períodos de chuvas são agora mais frequentes e fortes, provocando inundações e destruindo as culturas.

O presidente Anote Tong deixou, em Copenhaga, um grito de alerta: “Mesmo dois graus são demasiado. Três graus já não terão qualquer importância porque já teremos desaparecido da face da Terra. É por isso que temos de conter a subida da temperatura a um grau e meio. Há países que pensam no crescimento económico e nos custos que terão de suportar. Nós falamos da nossa sobrevivência. Esse será o preço máximo a pagar pelas mudanças climáticas. Não é possível comparar”.

Kiribati tem cerca de cem mil habitantes. Alguns vieram a Copenhaga pedir que se “mantenham as ilhas no mapa”.