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Greve de fome no Aeroporto de Barajas


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Greve de fome no Aeroporto de Barajas

Dezoito passageiros da falida Air Comet entraram em greve de fome, junto ao balcão da companhia. Dizem que não vão desistir, enquanto não lhes deram uma solução. São imigrantes e querem voar, para os seus países.

A solução pode estar na oferta da companhia nacional. A Ibéria diz que está disposta a transportar, no próximos dias, 90 por cento dos passageiros que ficaram em terra.

O Governo diz que são menos de 7000. Mas a Associação Catalã das Agências de Viagens diz que sáo 70 mil. Números muitos distantes.

O desespero está patente, nas declarações dos passageiros: “Não é justo o que se está a passar. Não nos dão nenhuma informação, ninguém nos diz nada. Pagámos os nossos bilhetes e continuamos à espera, sem qualquer informação”.

Outra passageira admite extremar a sua posição: “Eu não saio daqui, enquanto não houver um voo. Se for preciso, entro em greve de fome, até que me arrangem um voo”.

A crise tem reflexos também na outra margem do Atlântico – mais de 180 passageiros, espanhóis, italianos e alemães estão retidos no Aeroporto de Lima, a capital do Perú.

Também eles compraram bilhetes da Air Comet.

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