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Segurança do Papa revista após incidente na Basílica de São Pedro

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Segurança do Papa revista após incidente na Basílica de São Pedro

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A protecção do Papa é posta em causa depois do incidente na Basílica de São Pedro. O Vaticano anunciou uma revisão das medidas de segurança.

Os controlos de acesso à Praça de São Pedro – e sobretudo à Basílica – foram fortemente reforçados desde o 11 de Setembro de 2001, face à ameaça de ataques terroristas contra a “capital” do Catolicismo.

Segundo dados raramente tornados públicos acerca de segurança papal, a protecção directa do Sumo Pontífice é assegurada por cerca de 350 pessoas: 110 membros da Guarda Suíça, uma centena de polícias do Vaticano e 140 elementos das forças de segurança italianas.

No entanto, o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, lembra que “as pessoas querem ver o Papa de perto. Uma situação onde o risco é zero é irrealista quando há um contacto directo com o povo”.

Bento XVI já foi alvo de várias tentativas de agressão. Em 2007, um alemão com problemas mentais tentou saltar para a viatura papal na Praça de São Pedro, mas foi rapidamente controlado.

A segurança pessoal do líder da Igreja Católica sofreu uma profunda revisão depois da tentativa de assassinato contra João Paulo II, a 13 de Maio de 1981.

O Papa foi gravemente ferido ao ser alvejado pelo turco Mehmet Ali Agca quando circulava na praça do Vaticano num jipe aberto.