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Obama pede a "libertação imediata" dos detidos nas manifestações no Irão

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Obama pede a "libertação imediata" dos detidos nas manifestações no Irão

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Aos gritos dos anónimos nas ruas de Berlim, junta-se o coro de críticas da comunidade internacional.

Vários países da União Europeia denunciam uma “violação dos direitos humanos” no Irão, na sequência da mais sangrenta manifestação desde os violentos protestos que marcaram a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad.

Num discurso proferido no Havai, onde está de férias, Barack Obama estimou que “a decisão dos dirigentes iranianos de governar através do medo e da tirania não vai resistir” e deixou um aviso:

“Pedimos ao governo iraniano para que siga as obrigações internacionais e respeite os direitos da população. Apelamos à libertação imediata de todos os que foram presos de forma injusta”.

Esta segunda-feira, quinze personalidades da oposição foram detidas. Entre elas, estão duas pessoas próximas do antigo presidente reformista Mohamad Khatami e três conselheiros do líder da oposição Mir Hossein Moussavi.

Pelo menos oito pessoas morreram domingo nas manifestações. Uma delas é o sobrinho de Hossein Mossavi.

Para as ruas foram também apoiantes do regime, onde oposição é considerada como uma “conspiração”.