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CIA abre inquérito sobre ataque no Afeganistão

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CIA abre inquérito sobre ataque no Afeganistão

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2009 foi o ano mais mortífero para as forças aliadas no Afeganistão desde o derrube dos talibãs em 2001.

Dois ataques reivindicados pelos rebeldes custaram a vida a 13 pessoas, na quarta-feira.

O primeiro atentado matou sete agentes da CIA, um afegão e feriu outros seis funcionários da agência. A CIA já abriu um inquérito e promete vingar a morte dos seus funcionários.

Um “kamikaze” entrou nas instalações de uma base americana, com uma farda do exército afegão, e fez-se explodir junto a um grupo de agentes da CIA. O chefe local da agência é uma das vítimas.

A base operacional Chapman situa-se na província de Khost, no leste do país, junto à fronteira com o Paquistão, uma zona com forte presença dos talibãs.

A jornalista Michelle Lang foi uma das cinco vítimas canadianas mortas num segundo ataque. A jornalista e quatro militares morreram quando o veículo blindado onde seguiam foi destruído por um engenho explosivo, a alguns quilómetros de Kandahar, bastião talibã no sul do país.

Esta quinta-feira, dois jornalistas franceses e três acompanhantes afegãos desapareceram. Segundo uma outra jornalista em Cabul, os cinco terão sido raptados pelos talibãs, no nordeste da capital.

O ministro da Defesa francês, de visita às tropas gaulesas no Afeganistão, confirmou o desaparecimento e disse que, para já, não houve reivindicação de qualquer grupo.