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Americanos e britânicos fecham embaixadas

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Americanos e britânicos fecham embaixadas

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no Iémen

Washington e Londres encerraram as embaixadas no Iémen este domingo. A medida deveu-se às ameaças da Al-Qaida para a Península Arábica.
Os Estados Unidos e o Reino Unido já começaram a orientar os seus peões para próxima frente da guerra contra o terrorismo: o Iémen.

O alegado terrorista que tentou fazer explodir um voo entre Amesterdão e Detroit no dia de Natal tinha recebido treino no país mais pobre da península arábica. O Iémen e a Somália merecem uma atenção acrescida, como explica o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown: “Temos trabalhado com os americanos para reforçar a cooperação antiterrorista no Iémen. O Iémen foi identificado, tal como a Somália, como uma das áreas onde é necessário fazer algo mais do que apenas manter debaixo de olho.”

O chefe do Central Command americano, que coordena as guerras no Afeganistão e no Iraque, esteve este sábado no Iémen. O general David Petreaus reuniu-se com o presidente iemenita depois de ter afirmado na semana passada que Washington iria mais do que duplicar a assistência militar de 70 milhões de dólares.

Também John Brennan, um dos conselheiros do presidente Obama em questões de segurança, afirmou que”, em matéria de cooperação com o governo do Iémen, tudo é possível.”

O Iémen enfrenta vários conflitos internos. No Norte lavra uma rebelião de tribos xiitas e no Sul sunita há independentistas que sonham com a separação existente até 1990. Mas a principal preocupação do governo de Saná neste momento chama-se Al-Qaida.