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Washington e Londres reforçam luta contra Al-Qaeda no Iémen

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Washington e Londres reforçam luta contra Al-Qaeda no Iémen

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Washington e Londres reforçam a cooperação com o Iémen para lutar contra a Al-Qaeda.

Norte-americanos e britânicos deverão financiar uma unidade especial de polícia antiterrorista.

O jovem nigeriano que tentou fazer explodir um avião entre Amesterdão e Detroit no dia de Natal admitiu ter recebido treino no Iémen.

O senador Joseph Lieberman afirma que os Estados Unidos vão aumentar o apoio ao governo do Iémen para lutar contra o terrorismo e evitar que o país se torne no próximo Iraque ou Afeganistão.

O comandante das forças norte-americanas no Afeganistão e no Iraque, reuniu-se este sábado com o presidente do Iémen. Na semana passada, Washington anunciou que iria mais do que duplicar a assistência militar.

Na prática, a luta já começou. Dois raides aéreos, a 17 e 24 de Dezembro, terão causado a morte a sessenta combatentes, no país mais pobre da península arábica.

Ginny Hill, analista do Royal Institute of Foreign Affairs, explica que “o Iémen enfrenta uma guerra civil no norte, na fronteira com a Arábia Saudita e reivindicações separatistas no sul e que a autoridade do Estado está sob pressão o que pode aumentar a margem de acção dos terroristas no território”.

Este Domingo, Washington e Londres encerraram as embaixadas em Sanaa.

Segundo um assessor de Barack Obama, os Estados Unidos tinham indicação de que a Al-Qaeda estava a planear um ataque contra os interesses norte-americanos na capital do Iémen.

No final do mês, Londres deverá acolher uma conferência internacional para discutir a ameaça da Al-Qaeda no Iémen e a guerra no Afeganistão.