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Iémen: EUA pede apoio à comunidade internacional

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Iémen: EUA pede apoio à comunidade internacional

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Os Estados Unidos pedem à comunidade internacional que apoie o Governo do Iémen na luta contra os militantes da Al-Qaeda.

Um repto lançado pela secretária de Estado norte-americana numa altura em que Washington se prepara para financiar uma unidade especial antiterrorista e fornecer um maior apoio aos seguranças iemenitas.

Hillary Clinton considera que a guerra no Iémen ameaça a estabilidade regional e global, acrescentando, que a Al-Qaeda está a usar o Iémen como uma base terrorista para ataques levados a cabo noutros locais.

Esta segunda-feira, as forças de segurança iemenitas terão morto dois alegados membros da Al-Qaeda durante uma operação a norte da capital.

Os receios de um ataque do ramo da Al-Qaeda na Península Arábica – que reivindicou o atentado bombista falhado num avião americano, no dia de Natal – levaram os Estados Unidos e o Reino Unido a fechar as embaixadas no Iémen.

França, Alemanha e Japão seguiram o exemplo.

Recorde-se que na última década os terroristas multiplicaram os atentados, em todo o território, contra interesses estrangeiros.

Um analista diz que é necessário assistência económica e logística para resolver o problema já que a má situação económica do Iémen, a elevada taxa de desemprego e a pobreza favorecem a Al-Qaeda.

“Muitos jovens estão frustrados e acabam por ingressar neste tipo de organizações”, acrescenta a mesma fonte.

O Iémen é o estado mais pobre do mundo árabe. Os analistas dividem-se quanto ao número de militantes armados da Al-Qaeda da Península Arábica, mas concordam sobre a consistência da ameaça.