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Norte-americanos aprovam reforço da segurança nos aeroportos

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Norte-americanos aprovam reforço da segurança nos aeroportos

Norte-americanos aprovam reforço da segurança nos aeroportos
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A maioria dos passageiros mostra-se favorável ao reforço da segurança nos aeroportos dos Estados Unidos.

As novas medidas surgem na sequência do atentado falhado num voo entre Amesterdão e Detroit.

No dia de Natal, um nigeriano de 23 anos alegadamente treinado pela Al-Qaeda no Iémen conseguiu entrar no avião da Delta Airlines com explosivos.

No final do dia, Barack Obama deverá pronunciar-se sobre o incidente.

Um porta-voz da Associação Internacional de Transporte Aéreo considera que mais importante do que controlar corta-unhas e frascos de champô é apanhar as pessoas más. O mesmo responsável diz que é preciso pôr os serviços de Inteligência atrás das pessoas más que podem querer causar danos aos aviões ou a outros interesses norte-americanos no mundo.

No aeroporto de Newark, os passageiros mostram-se conformados.

Um homem diz que agora é totalmente revistado e que se voltou “ao que era antes do 11 de Setembro”. Outro afirma que há pessoas que podem cometer loucuras nos aviões e que o reforço da segurança é reconfortante.

Para os passageiros de uma lista negra de catorze países, os controlos passam a ser mais apertados.

Cidadãos da Arábia Saudita, do Iémen ou da Nigéria, são sujeitos a uma revista corporal minuciosa obrigatória.

Washington aumentou a lista de pessoas proibidas de viajar para os Estados Unidos.