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Bombista do voo Amesterdão-Detroit ligado a imã radical iemenita

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Bombista do voo Amesterdão-Detroit ligado a imã radical iemenita

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O bombista do voo Amesterdão-Detroit incorre na pena de prisão perpétua, pelo atentado falhado do dia de Natal.

A justiça norte-americana acusou formalmente o jovem nigeriano Umar Abdulmutallab, de tentativa de assassínio e tentativa de utilização de arma de destruição maciça.

A audiência coincide com a revelação do inquérito preliminar da Casa Branca às falhas dos serviços de segurança norte-americanos, que estariam ao corrente das intenções do bombista.

A tentativa de atentado foi reivindicada pela rede Al-Qaida. O explosivo em pó utilizado na acção teria sido obtido pelo bombista no Iémen.

As autoridades de Sana confirmaram que o jovem nigeriano reuniu-se com o imã radical
Anwar al-Awlaki, na província de Chabwa, antes da tentativa de atentado.

Um ataque do exército, em Novembro, teria morto o imã radical apontado como o “cabecilha” da tentativa de atentado em Detroit, assim como do tiroteio do ano passado em Fort Hood nos Estados Unidos, que provocou a morte de 13 pessoas.

O vice-primeiro ministro da defesa do Iémen garantiu hoje que, “a ofensiva dos últimos dias contra os bastiões da rede terrorista na região não conta com a participação de tropas norte-americanas”.

Pressionado por Washington para neutralizar a Al-Qaida no território, o exército do Iémen prossegue uma ofensiva em três províncias do país, entre as quais Chabwa.

Ontem, as autoridades iemenitas afirmavam ter detido três combatentes feridos que teriam escapado de um bombardeamento na segunda-feira.

Nenhum deles era um alto responsável da rede Al-Qaida.