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Três dias de luto nacional no Togo

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Três dias de luto nacional no Togo

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No dia em que o Togo devia disputar o primeiro jogo da Taça de África das Nações, o pais recolhe-se para três dias de luto nacional. Os togoleses choram os dois membros da selecção nacional de futebol, assassinados, sexta-feira, em Cabinda.

Em Lomé, a população aprova as decisões do executivo. “O governo fez bem em declarar luto nacional. Eu próprio sinto-me de luto. Devíamos rezar, nas igrejas e nas mesquitas, pela alma dos nossos dois compatriotas assassinados”, diz um togolês. A mesma opinião tem outro senhor: “Se temos estes três dias de luto nacional é normal. E ainda bem que o Presidente da República teve a coragem de dizer aos nossos irmãos para voltarem para casa. Não se sabe o que mais podia ter acontecido, depois destes assassinatos.”

A selecção do Togo regressou ao pais, depois de o responsável de comunicação e o treinador adjunto terem sido assassinados, em Cabinda, num ataque reivindicado por um grupo dissidente da FLEC-FAC.

Uma terceira pessoa, o motorista do autocarro, está agora fora de perigo, garante António Bento Bembe, ministro angolano responsável pelo enclave, desmentindo assim notícias de que teria também falecido.

As autoridades angolanas informaram ainda terem detido as duas pessoas suspeitas do ataque ao autocarro da selecção do Togo.