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Comissários postos à prova

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Comissários postos à prova

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Cabe à Rússia decidir se quer ou não aderir à Organização Mundial do Comércio. Pelo menos é o que defende Karel de Gucht, designado para tutelar a pasta do Comércio.

Ouvido pelo Parlamento Europeu, o comissário belga mostrou-se favorável à entrada de Moscovo no Organismo fundado em 1995.

Ontem, foi a vez de Catherine Ashton revelar o que tem em mente para o posto de alta representante para a Política Externa.

A baronesa mostrou-se cautelosa, contornou algumas respostas, outras ficaram no ar:

“Não tenho vergonha de ser quem sou e do que fiz. Quando era jovem manifestei-me em prol da abolição das armas nucleares. Pode criticar-me pela forma como o fiz, mas não por aquilo que defendia.”

Vários deputados criticam a falta de visão da comissária escolhida para liderar a diplomacia europeia.

Um deputado refere que Ashton tem um ponto de vista “britânico” em matéria de defesa e de questões transatlânticas. Ainda, assim, considera que a comissária esteve melhor do que no primeiro encontro.

Durão Barroso saiu, entretanto, em defesa da comissária búlgara Rumiana Jeleva. O Presidente da Comissão Europeia sugeriu a pasta da Cooperação Internacional, Ajuda Humanitária e Resposta à Crise a Jeleva. Mas os rumores que o marido da comissária tenha ligações ao crime organizado originaram uma onda de contestação.