Fechar
Login
Por favor, introduza os seus dados de login

Skip to main content

O principal movimento separatista do enclave de Cabinda, o FLEC-FAC reivindicou o atentado de sexta-feira contra a comitiva da selecção nacional do Togo.

Inicialmente, o ataque foi assumido pelo grupo dissidente FLEC-FAC. O secretário-geral deste grupo garantiu ao telefone que a FLEC-FAC é oportunista.

“O que se passa na FLEC-Posição Militar não tem nada a ver com a FLEC-FAC do senhor N’Zita. Ele é presidente do governo provisório no exílio, do qual eu sou secretário de Estado da Informação e isso termina aí. O que nós fazemos não tem nada a ver com o senhor N’Zita Tiago que publicou um decreto, e assim, entendi dessa forma, tentam recuperar terreno ao dizerem que foram eles que fizeram este ataque infeliz”.

Rodrigo Mingas acusa a organização da CAN de corrupção depois de ter lançado um aviso.

“Há dois meses escrevemos à Confederação Africana de Futebol e também ao presidente angolano alertando para o facto de Cabinda estar em guerra e que deveriam realizar o Taça Africana em Angola, porque o território é enorme e tem infra-estruturas desportivas. E foi isso. Não nos tomaram em consideração. O presidente da Confederação Africana de Futebol enviou um emissário a Luanda que, como é hábito, foi corrompido pelos angolanos.

Dois movimentos reivindicam agora o ataque que resultou na morte de dois futebolistas do Togo e do motorista do autocarro onde seguiam

O Reino está a considerar impedir a entrada do líder da FLEC-PM por razões de segurança e França está a considerar tomar medidas semelhantes. Angola desenvolve esforços no sentido de colocar a FLEC-PM na lista de organizações terroristas.

Copyright © 2014 euronews

Mais informação sobre