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Dimensão da tragédia transcende socorristas

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Dimensão da tragédia transcende socorristas

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A morte e o caos ocupam as ruas de Port au Prince que mais parecem um palco de guerra.

Milhares de sobreviventes procuram pelos seus próprios meios ajudar como podem no resgate de pessoas ainda vivas, mas presas nos escombros.

Sem apoio de escavadoras para lidar com o entulho, de cães farejadores ou de pessoal treinado para situações de emergência os haitianos assistem impotentes ao sofrimento dos que precisam de ser socorridos imediatamente.

As autoridade locais mostram-se incapazes de responder à dimensão da catástrofe e mesmo os mortos são deixados alinhados nas ruas.

A falta de meios para assisitir os feridos é igulamente gritante. Sem hospitais, nem médicos nem medicamentos, nem agua, nem comida os sinistrados improvisam abrigos e camas onde esperam que algo aconteça.

Uma boa parte da população perdeu tudo na devastação do tremor de terra, os que não perderam a vida estão hoje mergulhados no desespero e no sofrimento.