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Feridos sem assistência esperam nas ruas

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Feridos sem assistência esperam nas ruas

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Centenas de corpos começam entrar em decomposição nas ruas de Porto Príncipe face ao Hospital Central saturado.
Uma grande parte do edifício foi destruída no sismo o que agrava ainda mais a já de si dramática situação sobreviventes.

O responsável pelo hospital central, Guy Laroche explica: “Sabemos que não temos nada. Os empregados do hospital têm os seus problemas em casa e eles têm de resolver os seus problemas antes de virem trabalhar. Normalmente existem 150 médicos neste hospital, hoje temos apenas 20”.

A Organização Mundial da Saúde confirmou a destruição de pelo menos oito hospitais.

Outros dois hospitais, na República Dominicana, também sofreram danos. A ONU alerta para o grande risco de propagação de doenças.