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Port-au-Prince: uma morgue a céu aberto


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Port-au-Prince: uma morgue a céu aberto

A dor parece dar lugar à revolta no Haiti. Quarenta e oito horas depois de um violento terramoto ter devastado o Sul do país, milhares de corpos continuam espalhados pelas ruas da capital, Port-au-Prince.

As últimas estimativas falam de entre 50 e 100 mil mortos e de mais de três milhões de feridos.

Apenas sete mil cadávres foram até agora sepultados em valas comuns nos arredores da cidade.

O governo parece incapaz de gerir a assistência humanitária que aflui ao país, que obrigou ao cancelamento dos voos no aeroporto de capital durante a madrugada.

Algumas fontes no terreno davam conta de cenas de revolta entre os habitantes, com centenas de pessoas a erigirem barricadas nas ruas de Porto Príncipe com corpos empilhados.

A tensão crescente levou várias equipas de resgate a interromperem os trabalhos por questões de segurança.

Na ausência de ajuda, muitos habitantes optam por pilhar vários supermercados destruídos pelo sismo.

As cenas de devastação contrastam com a mobilização internacional para ajudar as vítimas.

França e Estados Unidos prometeram já realizar uma conferência internacional para discutir a reconstrução de um dos países mais pobres e instáveis do mundo.

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