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Insegurança e criminalidade outra praga no Haiti

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Insegurança e criminalidade outra praga no Haiti

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A insegurança junta-se à longa lista de problemas que afectam Port-au-Prince após o terramoto de 12 de Janeiro.

Os gans armados que controlavam antes os subúrbios concentram-se agora na cidade e mostram-se determinados a conquistar território.

Além dos grupo criminosos que se aproveitam do caos há igualmente os que têm fome que pilham lojas e supermercados levando tudo o que podem.

“A forma como lançam a comida dos helicópteros é má. Muitas pessoas não chegam a receber nada e outras têm de se bater, é a desordem total”.

ONU tem actualmente 12.000 elementos em território haitiano, entre capacetes azuis e pessoal civil.

Quanto aos Estados Unidos enviaram já 4200 militares e esperam colocar outros 6300 até amanhã.

A distribuição de ajuda alimentar é assim muito dificultada pela violência, os organismos de socorro que se encontram no terreno procuram mesmo assim chegar ao maior número de pessoas possível como explica este funcionário do Programa contra a Fome. “Ontem servimos dez mil pessoas, hoje queremos atingir 39 mil e esperamos continuar por aí adiante até às 60 mil. Mas a situação é muito complicada, este país ruíu. A cidade está destruida e as estradas estão impraticáveis”.

Como medida preventiva as patrulhas militares andam pelas ruas e tentam securizar ao máximo as remessas de ajuda humanitária de forma a que a distribuição seja eficaz.

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