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Ajuda chega a conta-gotas às vítimas

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Ajuda chega a conta-gotas às vítimas

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A ajuda começou a chegar aos sobreviventes do poderoso terramoto que abalou o Haiti mas ainda flui de forma lenta. Numa altura em que se assistem a pilhagens, a gasolina começa a escassear, colocando em causa os trabalhos de auxílio

A ajuda chega de todos os cantos do mundo mas montar uma operação logística numa zona devastada é uma tarefa bastante difícil

“É muito complicado organizar isto. Todos precisam de água. Existe falta de apoio e organização. É esse o problema”, referiu um voluntário.

A fome e o desespero fazem nascer as pilhagens e a violência. Os Estados Unidos têm 5000 soldados na região. O objectivo é ajudar a manter a ordem e apoiar as operações de auxílio. Washington conta ter até 10 mil militares no terreno.

O aeroporto de Port-au-Prince continua congestionado o que impede a entrada de mais mantimentos. Com o principal porto do país destruído, as Nações Unidas aconselharam a estrada que liga Santo Domingo, na Republica Dominicana ao Haiti como principal via de abastecimento.

O secretário-geral da ONU deslocou-se ontem a Port-au-Prince. Ban Ki Moon visitou a sede da missão das Nações Unidas, onde morreram 40 funcionários, e falou com a população local a quem prometeu ajuda.