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Haiti: a ajuda que não chega

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Haiti: a ajuda que não chega

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Uma semana após o sismo, a ajuda humanitária tarda em chegar aos milhões de necessitados do Haiti.

Ainda que a comunidade internacional tenha prometido ajuda massiva ao país, as condições para fazer chegar os bens essenciais aos locais onde são precisos são difícieis.

No aeroporto de Port-au-Prince têm aterrado sobretudo os aviões americanos, carregados de víveres e equipamento médico e sanitário.

O repórter da euronews, Luis Carballo, testemunha a chegada dos carregamentos:

“Aqui atrás de mim vemos um avião que acabou de chegar com mais efectivos americanos e vários outros voos com ajuda humanitária. O que é que está a chegar nestes aviões? Principalmente latas de conserva, farinha, amidos, sobretudo lentilhas, açúcar e óleo. São produtos básicos de que a população necessita para sobreviver neste momento”.

Mas as dificuldades logísticas são enormes.
O aeroporto de Port-au-Prince não tem capacidade para receber todos os aviões carregados de víveres e equipamento médico e sanitário; muitas estradas estão intransitáveis e os combustíveis começam a faltar.

Os estrangeiros, os haitianos com nacionalidade ou os que têm familiares nos Estados Unidos, fazem filas junto ao aeroporto ou à embaixada norte-americana para deixar o país.