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Os líderes democratas no Congresso norte-americano tentam decidir como limitar o efeito de uma derrota crucial no Estado do Massachussetts.

O presidente norte-americano descartou a hipótese de apressar legislação no Senado. Barack Obama defendeu que a câmara alta “não deve tentar avançar com qualquer lei até que [o republicano] Scott Brown assuma o cargo [como senador]. A população do Massachussetts falou e ele deve fazer parte do processo [legislativo]”.

O chefe de Estado sublinhou, no entanto, que republicanos e democratas estão de acordo em “pontos básicos” da emblemática reforma da saúde, num sinal de que poderá estar disposto a um projecto menos ambicioso do que o previsto. A derrota democrata “não esteve”, segundo este eleitor, “simplesmente focalizada na reforma da saúde. Brown tinha vantagem noutros assuntos. Havia em geral muito descontentamento com os democratas no Massachussetts. Eles controlavam tudo – o governo e a legislatura local – e as pessoas não estão muito contentes actualmente”.

A vitória de Brown significou para o campo democrata de Obama a perda da “supermaioria” no Senado, que impedia o bloqueio de qualquer iniciativa legislativa. Uma péssima notícia para o presidente, que celebrou ontem um ano no cargo.

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