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Haiti: atenções focadas nos desalojados

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Haiti: atenções focadas nos desalojados

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O porto da capital do Haiti foi finalmente aberto ao tráfego marítimo, depois das reparações mínimas necessárias para permitir o escoamento de ajuda humanitária.

Dez dias depois do sismo devastador, a assistência ainda não está a ser distribuída com a rapidez suficente a uma população esfomeada e desalojada e, em grande parte, necessitada de cuidados médicos essenciais.

Com as operações de resgate de sobreviventes entre os escombros a serem concluídas, Governo e parceiros internacionais focalizam as atenções no acompanhamento dos haitianos que escaparam com vida à tragédia.

Competamente destruída, Port-au-Prince é palco frequente de violência e pilhagens motivadas pela fome, desespero e frustração.

O executivo haitiano sugeriu à população que procure refúgio fora da cidade e lançou uma vasta operação com o objectivo de realojar pelo menos 400 mil dos estimados um milhão e meio de desalojados em “aldeias” de refugiados que serão construídas nos arredores da capital.