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Líbano descarta hipótese de atentado contra Boeing 737

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Líbano descarta hipótese de atentado contra Boeing 737

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As buscas continuam, mas não há esperança de encontrar sobreviventes do acidente com um avião da Ethiopian Airlines.

O primeiro-ministro libanês, Saad al-Hariri, acompanhou as buscas e decretou dia de luto nacional.

O Boeing 737 despenhou-se esta madrugada ao largo do Líbano. A bordo estavam 90 pessoas. Até agora, foram encontrados 24 corpos, incluindo o de uma criança, junto ao local do acidente, a cerca de três quilómetros e meio da
localidade de Naame, perto da capital libanesa.

O avião ligava Beirute e Adis Abeba e desapareceu dos radares cinco minutos após a descolagem.

A maioria dos passageiros era de nacionalidade libanesa e etíope. A mulher do embaixador francês no Líbano encontrava-se também a bordo.

No aeroporto de Beirute, em estado de choque, vários familiares mostravam-se revoltados por ter sido dada autorização de descolagem em tão más condições meteorológicas.

O presidente libanês também admitiu que “o acidente aconteceu no meio de uma tempestade e o mar estava muito agitado.” Michel Suleiman descartou “a hipótese de sabotagem” e espera pelos resultados da investigação.

No aeroporto de Adis Abeba, na Etiópia, a desolação tomou conta das famílias das vítimas.

A Ethiopian Airlines assegura voos regulares para o Líbano. O último acidente da companhia foi em 1996.