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Sarkozy: nem mais um combatente para o Afeganistão

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Sarkozy: nem mais um combatente para o Afeganistão

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Todos os olhos estiveram postos em Nicolas Sarkozy, na noite passada.

O presidente francês sentou-se na cadeira de entrevistado, na estação de televisão privada TF1 para assegurar aos franceses mais tocados pela crise que está no lugar certo.

Na política internacional, assegurou que a França não vai enviar mais forças para combater no Afeganistão.

“Há um ano e meio, quando pedi ao Parlamento o envio de mais 700 soldados, disse que, a partir dessa altura, não haveria mais combatentes. Estou a cumprir escrupulosamente os meus compromissos e a minha palavra. Isso não significa que não possamos enviar pessoas para treinar, ajudar a polícia, para realizar trabalhos de engenharia, para ajudar a população e o Afeganistão, porque não. Mas mais combatentes, não.”

Uma entrevista criticada pela oposição, a poucos meses das eleições regionais e numa altura em que o país recupera do intenso debate sobre a identidade nacional.

Os socialistas acusam Sarkozy de ter instrumentalizado a cadeia TF1, considerada muito próxima do chefe de estado.