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Pequim ameaça suspender trocas militares com Washington

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Pequim ameaça suspender trocas militares com Washington

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A polémica sobre a venda de armas americanas a Taiwan sobe de tom.

Se Washington não recuar nesta operação, que deve movimentar mais de 6,4 mil milhões de dólares, a China ameaça suspender a colaboração militar e impor sanções ao País.

A China advertiu os Estados Unidos que a operação prejudicaria as relações entre os dois países e teria um “impacto negativo sério” na cooperação bilateral.

Face a este cenário, Washington admite falhas no diólogo com Pequim.

“Não consultámos a China antes de dar este passo, tal como notificámos Taiwan antes de seguir em frente”, disse Philp Crowley, porta-voz do departamento de estado norte-americano.

Em Taiwan, a compra da armas aos Estados Unidos é vista como uma necessidade como revela o presidente da ilha: “A decisão de vender armas vai ajudar-nos a criar defesas, ter mais confiança e segurança ao desenvolver relação relações bilaterais”

Esta decisão pode ameaçar os esforços de pacificação entre a China e a ilha separatista de Taiwan.

O pacote bélico inclui helicópteros Black Hawk, de transporte táctico. De fora ficam os F-16 que Taiwan espera conseguir.

Os legisladores norte-americanos têm agora 30 dias para comentar a proposta de venda, o que, a suceder sem objecções, levará a que a operação avançe.