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Reconstrução do Haiti e dos haitianos vai ser longa

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Reconstrução do Haiti e dos haitianos vai ser longa

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Um país em estado de pós-guerra é a imagem do Haiti que recomeça lentamemte a reconstrução.

A autoridade do Estado encontra-se restabelecida mas o governo não tem capacidade para coordenar as milhares de toneladas de ajuda recebida, nem para armazenar ou distribuir o material.

A “ocupação” do Haiti pelas tropas americanas após o terremoto não deixa de inquietar os países do bloco da Aliança Bolivariana das Américas que reúne vários Governos latino-americanos de esquerda e da União das Nações Sul-Americanas.

Dezoito dias após o terramoto que matou 170 mil pessoas os socorristas estrangeiros começam a partir. A batalha dos haitianos é agora contra a fome, o desemprego e contra os traumatismo psicológico deixado pela tragédia.

O presidente equatoriano, Rafael Correa, encontra-se no Haiti para acompanhar de perto os trabalhos de reconstrução. O presidente viajou em um avião Hércules C-130 da Força Aérea, que levou ao país um carregamento de 7,5 toneladas de alimentos e medicamentos.

A esperança face à catástrofe que assola a ilha é a palavra de ordem, mas para as crianças o sofrimento e a memória da tragédia são obstáculos dificeis para a reconstrução moral.