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A "guerra do Golfo" de Barack Obama contra o Irão

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A "guerra do Golfo" de Barack Obama contra o Irão

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Vinte anos após a Guerra do Golfo é a vez agora de Barack Obama voar em socorro dos países aliados na região, face à eventualidade de um ataque iraniano.

Segundo a imprensa norte-americana, Washington poderá instalar baterias de mísseis Patriot em quatro países do Golfo.

Uma tripla manobra por parte da Casa Branca que aperta o cerco a Teerão, evita uma eventual ofensiva por parte de Israel e uma corrida ao armamento em países como o Kuwait, o Qatar, o Bahrain e os Emirados Árabes Unidos.

Washington pretenderá ainda reforçar a presença militar na Arábia Saudita para evitar um ataque contra as instalações petrolíferas no país.

O tempo da diplomacia parece assim esgotado, entre Obama e Ahmadinejad, nas discussões sobre o programa nuclear iraniano.

O conselheiro para a segurança norte-americana, recordava no sexta-feira que, “os Estados Unidos não podem permitir uma corrida ao armento nuclear no Médio Oriente em resposta ao programa iraniano”.

Depois de ter apostado no diálogo para levar Teerão a suspender o programa nuclear, Washington prepara-se agora para, em paralelo, propor novas sanções internacionais contra o regime iraniano.