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Israel nega violação das regras de guerra

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Israel nega violação das regras de guerra

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Dois oficiais do exército israelita foram repreendidos por terem dado ordem de disparo de munições de fósforo branco durante a ofensiva militar, na Faixa de Gaza.

O ataque, que violou as regras de conduta em guerra que proíbem o uso desse tipo de munições em áreas de elevada densidade populacional, visou o edifício das Nações Unidas.

O governo israelita explica que este ataque não foi intencional e que o relatorio do jurista Richard Goldstone, que denunciou a situação, é incorrecto, parcial e pouco profissional “nem merece discussão”.

A existência destes processos foi comunicada num relatório apresentado no fim-de-semana pelo Governo de Telavive às Nações Unidas, depois das conclusões avançadas em Setembro passado pela chamada Comissão Goldtsone.

Yael Stein, responsável de um grupo israelita dos direitos humanos considera que “as autoridades israelitas branquearam os oficiais e nem sequer explicaram em que circunstâncias actuaram”.
Israel informou que foram abertos inquéritos a 150 incidentes, dos quais 36 prosseguiram para inquérito criminal.
A ofensiva israelita contra Gaza matou mais de 1.400 palestinianos e 13 israelitas.