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Geert Wilders não vai ser julgado pelo Supremo

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Geert Wilders não vai ser julgado pelo Supremo

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Um tribunal de Amesterdão recusou o pedido de Geert Wilders de ser julgado pelo Supremo. Também não aceitou a audiência, enquanto testemunha, do assassino de Theo Van Gogh. O cineasta morto em 2004 depois de criticar, num filme, o Islão.

O líder do Partido pela Liberdade, de extrema-direita, está a ser julgado, desde 20 de Janeiro, por incitamento ao ódio e à discriminação contra os muçulmanos.

A acusação apresenta como provas as comparações que, o político e cineasta, faz entre o Islão e o nazismo e entre o Corão, o Mein Kampf de Adolf Hitler.

Há saída de mais uma audiência Wilders declarou aos jornalistas que precisa, pelo menos, de uma das suas testemunhas, um perito sobre a liberdade de expressão e sobre as comparações que fez sobre o Islão, o Corão e o Mein Kampf. Acrescenta que o tribunal não aceitou quinze das dezoito testemunhas que apresentou o que significa que, provavelmente, não está interessado na verdade.

No centro da acusação está um filme polémico lançado por Wilders em 2008. Na película o cineasta mistura imagens de terroristas com citações do Corão.

Geert Wilders incorre numa pena máxima de um ano e três meses de prisão.